Rede de Pesquisa e Inovação em Leite

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Agronegócio do Leite

Discutir aspectos sócioeconômicos da produção de leite. Além disso a dinâmica competitiva do agronegócio do leite no Brasil e o acompanhamento da conjuntura mundial, destacando seus reflexos sobre a cadeia produtiva do leite.

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Bom dia!Preciso encontrar alguém que possa fazer um projeto conceitual para produção de ate 6mil litros de leite por dia, iniciando com com 500 litros e ir elevando.Sou da região de Paracatu MG,…Continuar

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Agronegócio Leite: Temperatura do Mercado

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Olá pessoal.Devido ao grande conhecimento dos aqui presentes, eu gostaria de saber qual é a melhor maneira de um profissional da área se inserir no mercado de trabalho, tendo a Bovinocultura leiteira…Continuar

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Comentário de Juan Mario Guzman Daza em 11 julho 2016 às 16:15

Bom dia a todos.

Se alguém tem informação geral do "Conseleite". Agradeço

Comentário de Juan Mario Guzman Daza em 20 maio 2015 às 12:26

Bom dia Pessoal. 

Sobre Leite & Derivados, mais especificamente "queijarias" artesanais.

Alguém pode me dar informação quais as melhores opções tecnológicas do momento no mercado para iniciar esta atividade dentro das normas vigentes de qualidade?

Obrigado.

Comentário de João Lúcio de Almeida Silveira em 2 julho 2012 às 0:40

continua...

4-      Para evitar que, eventualmente, um produtor de qualidade abaixo dos padrões da normativa, penalizado, troque de laticínio devido uma oferta financeira desconsiderando a qualidade, o laticínio que recebe o novo produtor se responsabiliza em comprovar a mudança da qualidade do mesmo. Isso resolve parte da questão de perda de leite de um laticínio para outro que bloqueia as iniciativas de pagamento por qualidade. Para esse controle usa-se o serviço dos conselheiros do MAPA que por necessidade orçamentária podem ser subsidiados pelos laticínios.

5-      Com essas formas de trabalho tem havido muito incentivo. Os produtores estão se profissionalizando com otimismo. Por via de regra alguns estão saindo da atividade por não se adaptarem ao padrão. Mas isso é necessário e sadio!

Mas espera aí... uma INFELICIDADE!!! Como estava bom o meu sono e meu sonho! Acabei de acordar e ver que tudo acima descrito era somente um SONHO! Fruto de inúmeras discussões que já tivemos em nosso grupo de informal de profissionais ligados ao leite e que realiza todo ano os ENCONTROS REGIONAIS DE PRODUTORES DE LEITE DA ZONA DA MATA MINEIRA.

Mas quem sabe você que nos assiste nessa leitura pode também contribuir com idéias exeqüíveis, mesmo que por muitos consideradas utópicas. Vamos enriquecer e completar esse funcionamento da nossa CADEIA PRODUTIVA IDEAL – TÃO SONHADA!!

 

Abraços.

Comentário de João Lúcio de Almeida Silveira em 2 julho 2012 às 0:39

Nessa noite de 1º de julho de 2012, primeiro dia do novo calendário agrícola e pecuário (2012/2013) resolvi descrever a política de produção e mercado do leite de nossa região, especificamente na micro-região de Muriaé, Zona da Mata Mineira. Após ajustes que necessitaram de muitos esforços e apoio de toda cadeia atingimos o seguinte patamá em alguns detalhes:

 

1-      Há um desconto no valor do leite do produtor na proporção de R$0,005 (meio centavo de real) por litro de leite, e uma contribuição de igual valor por parte dos laticínios. Os descontos são determinados por lei, portanto em toda captação já está considerado indiferente se o laticínio ou produtor deseja fazê-lo – tipo compulsório. A soma desse valor é repassado mensalmente para uma Associação dos Produtores de Leite do Estado especializada em MARKETING que estimula o consumo apresentando todas as faces desde a família produtora ao consumidor, mostrando minúcias da industrialização, distribuição, valor nutricional e social, situação de mercado, políticas governamentais para o setor, etc. O material é divulgado em mídia diversa. A referida associação inicialmente só se preocupa com o marketing, mercado e institucional (setor). Essa contribuição total (R$0,01) gera recurso da ordem de R$150 mil por mês ou R$1.800.000,00 por ano, numa micro-região que produz 500 mil litros por dia. Imaginem o Estado de Minas! E o Brasil!

2-      Todos os meses pelo menos uma amostra do leite de cada produtor ou tanque coletivo é enviada para o laboratório oficial da Embrapa, que repassa o resultado ao produtor, laticínio e MAPA, eletronicamente. Quando uma amostra está fora dos padrões da normativa o laticínio se responsabiliza a rastrear o problema. Quando o problema está com o produtor e laticínio o acompanha orientando e notificando ao MAPA os cuidados tomados. Na reincidência o produtor é visitado pelo próprio MAPA, ou outro por este designado, a fim de observar a aptidão a produção de leite de qualidade e incluí-lo em programa de treinamento. Criado o Conselho de Qualidade do Leite, os laticínios subsidiam o custo de um conselheiro por laticínio. Cada produtor possui um cadastro completo, com mapeamento de localização e glebas utilizadas no MAPA.

3-      Por enquanto, o pagamento do leite é feito através do preço do CEPEA (http://www.cepea.esalq.usp.br) para o Estado, mas aguarda-se um novo indicador que reflita melhor a proporção de mercado e sazonalidade. O preço por litro fica fragmentado da seguinte forma: a) 90% do valor é o preço base que todos recebem indiferente da qualidade (desde que o leite tenha sido recebido pelo laticínio). B) 10% do valor é pago pela qualidade de cada produtor (ou tanque coletivo) amostrado, calculado por uma expressão matemática envolvendo volume, UFC, CCS, Gordura e Proteína. Na conta cada indicador é multiplicado por um coeficiente de peso (ou importância) de forma que se o produtor tem seu leite dentro do padrão mínimo, ele receberá o valor referente ao “preço base” (90% do CEPEA-MG). O valor dos 10% de qualidade é calculado e distribuídos na mesma “expressão matemática” com a mudança de que a diferença a menor que 100% que um produtor não recebe é passada para o outro de melhor qualidade. Assim o laticínio NÃO fica com a diferença que um produtor NÃO recebeu. Exemplo: O laticínio captou 3 milhões de litros no mês. O preço do CEPEA-MG é R$0,88/litro. Assim o laticínio pagará aos fornecedores R$0,80 /litro como preço base e distribuirá proporcionalmente, de acordo com a “expressão matemática”, o montante de R$240 mil (10% = R$0,08 x 3 milhões de litro). Seria como se o produtor com qualidade recebesse bônus vindo de um que não teve melhor qualidade, mas que não deixou de receber o que lhe era devido. No final, o laticínio desembolsou o valor corretamente calculado, não usa a má ou ótima qualidade para desonerar ou onerar seu custo, e a quem é devido é premiado.

Comentário de José Rodrigo Santana do Nascimen em 21 maio 2012 às 20:56

Sobre o caso dos embriões, aconselho a pesquisar os seguintes sites: 

mfrural.com

invitrobrasil.com

gerteceembrioes.com

samvetembrioes.com

Outro conselho é ter profissionais preparados para a transferência de embriões.

Comentário de José Rodrigo Santana do Nascimen em 21 maio 2012 às 20:49

A dificuldade é encontrar assistência técnica, por parte dos produtores, e encontrar mercado consumidor para poder divulgar suas técnicas, por parte dos estudantes e profissionais de nível técnico e superior.

Comentário de Antonio Fernando Barros em 27 março 2012 às 1:40

A coisa é complicada. Começa por esse importante espaço de discussão e os técnicos e produtores parece que ainda não descobriram sua importância. Acho que é necessário uma maior divulgação da existência dessa rede social.

Abraços

Fernando Barros

Grajaú - Maranhão

Comentário de tarlei telio vinhal em 26 setembro 2011 às 22:51

mao de obra  onde encontrar?

Comentário de Denis Teixeira da Rocha em 19 agosto 2011 às 10:11

Caros colegas,

criei um fórum sobre os "Cenários do Leite para 2020 - o que será o amanhã". Convido vocês a participarem dessa discussão.

Abraços.

Comentário de Wéverton Lopes da Silva em 2 agosto 2011 às 12:02
Olá sou novo aqui e gostaria de saber como tudo funciona.
 

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