Rede de Pesquisa e Inovação em Leite

Próxima palestra ao vivo

Título: Cerca elétrica, a ferramenta da Nova Zelândia para melhorar a eficiência de pastejo

Palestrante: Ernesto Coser Netto

Data: 23/04/2019

Hora: 14:00

Minicurrículo: Ernesto Coser Neto é graduado em Medicina Veterinária pela UNOESTE, possui pós-graduação em Desenvolvimento Gerencial e Marketing pela Fundação Toledo de Ensino. Com mais de 20 anos de experiência, atuou em grandes laboratórios veterinários e atualmente é gerente de cercas da empresa Trutest, especializando-se em cercas elétricas, com cursos na Nova Zelândia.

Os membros poderão enviar perguntas ao palestrante pelo chat. Será oferecido material de aprofundamento no tema.

Para participar basta acessar a página inicial da rede (www.repileite.com.br) no dia e horário marcados.

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Comentário de Rita de Cássia Bastos de Souza em 11 março 2019 às 10:32

Bom dia Djanir, segue abaixo a resposta que o Dr. Jackson fez para seu questionamento:

"Bom dia, Dejanir!

Não conheço trabalhos nessa área, mas a pergunta que você fez é feita constantemente por outros produtores.

Entretanto, há um consenso de que a atuação do sal é muito localizada e não protege a parte superior da silagem como o produtor gostaria. Para reduzir as perdas superficiais (camada superior que fica mais próxima da lona), o indicado é (1) caprichar na compactação (e para ajudar nisso é necessário que o tamanho de corte seja o correto), (2) usar lona de boa qualidade (200 micras), (3) não deixar ar entre a lona e a silagem (colocar peso sobre a lona) e (4) proteger a lona  (principalmente se for lona preta) da incidência dos raios solares.

Segue abaixo o texto do professor Thiago Fernandes sobre o assunto e, no final, o link para um vídeo sobre o tema.

Jackson Oliveira"

"VOCÊ JÁ VERIFICOU O EFEITO DO SAL?

Por Educapoint

Thiago Fernandes Bernardes*

Em 25/08/2017

*Professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

Essa é uma época que a maioria das propriedades estão com os silos trincheira ou superfície abertos devido a demanda de alimento conservado para os animais. Portanto, é um bom momento para verificar se o sal aplicado sobre o topo do silo durante a vedação apresentou algum efeito benéfico.

O sal talvez seja o produto mais antigo para se conservar alimentos, principalmente para o consumo humano. Baseado nesta lógica e percebendo que o topo do silo se deteriora, alguém, um dia, teve a iniciativa de aplicá-lo sobre a massa para que as perdas fossem evitadas. Realmente, o alimento que está em contato direto com o sal é adequadamente conservado e, por isso, ele ‘engana’ muita gente.

Como pode ser visto na foto abaixo, quando se olha superficialmente, temos a impressão que o sal evitou o processo de deterioração. Contudo, convido a todos que aplicam sal sobre a massa a fazer perfurações de 10-20 cm no topo (no sentido vertical). A chance de encontrar silagem apodrecida será grande. Por que? Isso ocorre porque o sal tem efeito de contato, ou seja, não exerce influência sobre a camada de silagem centímetros abaixo da sua aplicação.

Quando uma vedação é mal concluída, seja pela qualidade do plástico ou falhas dos operadores, o oxigênio permeia no sentido vertical. Dependendo da porosidade da massa, o oxigênio pode atingir camadas profundas (superior a 40 cm), ou seja, onde o sal não exerce influência.

Desse modo, se a tua silagem estiver apresentando problemas de deterioração no topo, as medidas a serem tomadas são as seguintes:

i) monitore a colheita (tamanho de partícula);

  1. ii) compacte adequadamente a massa, principalmente o topo;

iii) evite o abaulamento do topo em silos trincheira;

  1. iv) compre um plástico que dê garantia em termos de resistência a rasgos, furos, bloqueio da radiação UV e do oxigênio e;
  2. v) conclua a vedação selando bem as bordas.

Se essas medidas não estiverem resolvendo o teu problema, há a chance de aplicar aditivos a base de ácidos ou inoculantes que contenham Lactobacillus buchneri. E o sal? Deixe-o para o rebanho...

 

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Video: https://www.youtube.com/watch?v=o6o-qYaafi4

Comentário de DJANIR BAQUERO DE SOUZA em 6 março 2019 às 11:34

bom dia, e parabéns pelas excelentes palestras!

Gostaria de obter  informações sobre o uso de sal comum na parte superior da silagem, antes de colocar a lona. Existe algum estudo, dados ou orientação sobre essa prática?

Comentário de ANTONIO VANDER PEREIRA em 11 fevereiro 2019 às 8:43

Prezado Francisco

Obrigado pelo seu comentário. O uso da idade da planta para colheita da BRS Capiaçu visando ensilagem serve apenas de indicativo para o produtor e é baseado no comportamento médio desta forrageira, que variou de 90 a 110 dias em diferentes locais. Contudo, pode ocorrer uma grande variação na idade ideal para colheita, ou seja, no teor de umidade da planta, em função de fatores locais como ocorrência de chuvas, temperatura, época do ano e tipo do solo.

O ideal é que a colheita seja realizada com base no teor de umidade da forragem, ou seja, quando a planta atinge entre 18-20% de matéria seca.  De forma simples e barata, o produtor pode determinar do teor de umidade da forragem utilizando um forno de micro-ondas domestico. Os detalhes deste método de análise encontram-se no endereço eletrônico da Embrapa Gado de Leite ( https://www.embrapa.br/gado-de-leite/busca-de-publicacoes/-/publica... )

A ensilagem da BRS Capiaçu utilizando o teor de umidade da planta como indicativo do ponto de colheita, garante a produção de silagem de boa qualidade e sem problemas no processo fermentativo.

Antonio Vander Pereira

Mirton José de Frota Morenz

Paulino José de Melo Andrade

Comentário de Francisco eduardo Marcondes nabu em 2 fevereiro 2019 às 16:48

O grande problema que verifico na feitura da silagem de capiaçú é o tempo do corte. Com 110 dias a umidade é excessiva, pelo menos aqui na região de juiz de fora/mg. Talvez a pesquisa deva abrir o leque de opções por região, e informe a análise bromatológica com 120; 130 e 140 dias.

Comentário de Sergio Carvalho Coelho em 1 fevereiro 2019 às 14:01

  Obrigado por mandarem a palestra Mercado do leite:cenário e perspectivas pois não pode acompanhar no dia 30/01/19 e pode acompanhar ontem.Parabéns pela ideia e o alto nível de todas as palestras.

Comentário de Afonso Voltan em 30 janeiro 2019 às 10:07

Parabéns Denis. Muito boa a palestra, muito objetiva e esclarecedora. 

Comentário de ANTONIO VANDER PEREIRA em 17 outubro 2018 às 16:48

Prezado Yan

O capim elefante pode ser cultivado do nível do mar até 2000 m de altitude. A BRS Capiaçu foi avaliada do nível do mar até pouco mais de mil metros de altitude apresentando boa produtividade nestes diferentes ambientes.  Contudo, é importante destacar que o capim elefante apresenta melhor produtividade em ambientes tropicais, sendo exigente em relação a temperatura, luminosidade e água.

Comentário de ANTONIO VANDER PEREIRA em 17 outubro 2018 às 14:53

Prezado Bender. Obrigado pelos seus comentários. Realmente a utilização de aditivos ou de absorventes como farelo de trigo, casca de soja, fubá e outros favorece muito o aumento do teor de matéria seca e a qualidade da silagem, permitindo, inclusive utilizar o capim no estádio de melhor valor nutritivo. Contudo, a decisão sobre a utilização ou não vai depender da disponibilidade e custo destes aditivos, o que varia de região para região. Podendo usar é vantajoso.

Aproveito, para novamente parabenizar você e equipe pelo excelente trabalho que vêem realizando na transferência de tecnologias da Embrapa para os agricultores do Rio Grande do Sul.

Comentário de Yann dos Santos Luz em 17 outubro 2018 às 12:11

Em questão de altitude existe alguma limitação?

Comentário de SERGIO ELMAR BENDER em 17 outubro 2018 às 12:08

Parabéns Vander! Excelente apresentação. Para informação, aqui no RS já temos alguns produtores fazendo a silagem de BRS Capiaçu e com muito bom resultado. Expressa realmente o que apresentastes. Como o principal ponto é o teor de Matéria seca, estamos orientando o uso de algum absorvente com farelo de trigo ou casca de soja. O que achas disto?

Comentário de Sergio Carvalho Coelho em 8 agosto 2018 às 15:29

    Não estou conseguindo acompanhar a palestra reidratação de milho

Comentário de Rodrigo Santos Cadidé em 24 julho 2018 às 18:43

Poderia encaminhar para mim a palestra "Uso da seleção genômica no melhoramento de bovinos leiteiros" via e-mail: rodrigocadide@hotmail.com por favor.

Comentário de Rodrigo Santos Cadidé em 24 julho 2018 às 18:42

Poderia encaminhar para mim a palestra "Uso da seleção genômica no melhoramento de bovinos leiteiros" via e-mail: rodrigocadide@hotmail.com por favor.

Comentário de Marlinda Rufina Jolomba Silva em 22 julho 2018 às 18:13

Boa tarde!

Poderia encaminhar para mim a palestra "Uso da seleção genômica no melhoramento de bovinos leiteiros" via e-mail: marjolomba29@gmail.com  por favor.

att.

Comentário de ELIASSANTTORO em 18 julho 2018 às 11:35

Bom Dia!

Por gentileza encaminha para mim a palestra "Uso da seleção genômica no melhoramento de bovinos leiteiros" via e-mail: eliasagronomo@gmail.com se possível.

att.

Comentário de Sergio Carvalho Coelho em 12 junho 2018 às 9:16

Comentário de Sergio Carvalho Coelho em 12 junho 2018 às 9:15

      Muito obrigado pelas palestras que foram me enviadas.Quanto as palestras futuras ficarei imensamente grato se poderem continuar me enviando.Gostaria também de dar os parabéns pela excelente ideia de realiza-las,pois são muito boas.

Comentário de Sergio Carvalho Coelho em 12 junho 2018 às 9:11

      Muito obrigado pelas palestras que foram me enviadas.Quanto as palestras futuras ficarei imensamente grato se poderem continuar me enviando.Gostaria também de dar os parabéns pela excelente ideia de realiza-las,pois são muito boas.

Comentário de david callejas em 11 junho 2018 às 1:29

por favor .. facilite acesso ao link da gravação e material da palestra : dhcallejas@hotmail.com ... obrigado

Comentário de SIDINEI WEIRICH em 10 junho 2018 às 21:59

Olá, Gostaria de receber o material referente a palestra sobre controle estratégico de carrapato dos bovinos. E-mail: sidiww@hotmail.com

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