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Saúde Animal e Qualidade do Leite

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Discutir a melhoria da segurança e da qualidade do leite, e da saúde animal. Além disso soluções especialmente no setor produtivo e enfoques de ação nas propriedades rurais que garantam a produção competitiva de leite seguro e de qualidade.

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Tags: leite, cadeia, inovadefesa, inovação, encontro

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Comentário de Embrapa Gado de Leite em 2 fevereiro 2013 às 8:58

Confira o fórum Erros e acertos no combate ao carrapato e veja o que fazer (e o que não fazer) no combate a esse parasita. Esta questão que atinge diretamente a produção de leite precisa ser bem discutida. Seus comentários com dúvidas e experiências no assunto são bem vindos!

Comentário de Jorge André Ruebenich em 7 janeiro 2013 às 15:03

Boa tarde sou um novo membro a eu li os comentários de voces sobre a qualidade do leite e eu tenho um projeto de rastreabilidade  do leite do campo estou com o projeto pronto  ,vou  transformar a ordenha num laboratório o que voces acham disso emitindo um selo de qualidade  do leite do produtor para as empresas Lacteos  fidelizando ambos

Comentário de Marcelo Bomfim em 9 outubro 2012 às 8:47

Reprodução animal,

A situação reprodutiva do rebanho da raça jersey, do Sitio Águas N. S. Conceição, em Coroaci, de propriedade de Rita Sennem Rosseti  e Jeronimo Brum, participantes do Programa Minas Leite, possuindo 8 vacas paridas e 5 novilhas mojando(previsão de parto com idade de 2 anos com peso médio 340 kg) e uma vaca seca, estão com problemas de aborto(uma vaca abortou 2 vezes com 5 meses de gestação e uma novilha abortou com 7 meses, repetição de cio(2 vacas repetiram cio depois de 60 dias). O Rebanho apresenta escore de bom pra ótimo, com boa produtividade média de 10 litros, alimentados com cana+nitroproteico+ração+minerilização e nos piquetes ("braquiaria do brejo" e brizanta) à noite. Suspeitamos de doenças reprodutiva como IBR, BVD, Leptospirose, etc.. (Na vaca que houve aborto foi realizado exame de brucelose com resultado negativo), as 5 novilhas apresentarm uma diarreia com sangue que segundo diagnóstico veterinário tratava-se de uma virose que depois de 5 dias, medicadas com antitóxico e borgal. Como se trata de gado de raça pura gostaríamos de implantar um esquema de vacinação incluindo as das doenças acima citadas portanto, solicitamos, o fornecimento de um calendário de vacinação.

Comentário de João Lúcio de Almeida Silveira em 2 julho 2012 às 0:37

continua...

4-      Para evitar que, eventualmente, um produtor de qualidade abaixo dos padrões da normativa, penalizado, troque de laticínio devido uma oferta financeira desconsiderando a qualidade, o laticínio que recebe o novo produtor se responsabiliza em comprovar a mudança da qualidade do mesmo. Isso resolve parte da questão de perda de leite de um laticínio para outro que bloqueia as iniciativas de pagamento por qualidade. Para esse controle usa-se o serviço dos conselheiros do MAPA que por necessidade orçamentária podem ser subsidiados pelos laticínios.

5-      Com essas formas de trabalho tem havido muito incentivo. Os produtores estão se profissionalizando com otimismo. Por via de regra alguns estão saindo da atividade por não se adaptarem ao padrão. Mas isso é necessário e sadio!

Mas espera aí... uma INFELICIDADE!!! Como estava bom o meu sono e meu sonho! Acabei de acordar e ver que tudo acima descrito era somente um SONHO! Fruto de inúmeras discussões que já tivemos em nosso grupo de informal de profissionais ligados ao leite e que realiza todo ano os ENCONTROS REGIONAIS DE PRODUTORES DE LEITE DA ZONA DA MATA MINEIRA.

Mas quem sabe você que nos assiste nessa leitura pode também contribuir com idéias exeqüíveis, mesmo que por muitos consideradas utópicas. Vamos enriquecer e completar esse funcionamento da nossa CADEIA PRODUTIVA IDEAL – TÃO SONHADA!!

 

Abraços.

Comentário de João Lúcio de Almeida Silveira em 2 julho 2012 às 0:37

Nessa noite de 1º de julho de 2012, primeiro dia do novo calendário agrícola e pecuário (2012/2013) resolvi descrever a política de produção e mercado do leite de nossa região, especificamente na micro-região de Muriaé, Zona da Mata Mineira. Após ajustes que necessitaram de muitos esforços e apoio de toda cadeia atingimos o seguinte patamá em alguns detalhes:

 

1-      Há um desconto no valor do leite do produtor na proporção de R$0,005 (meio centavo de real) por litro de leite, e uma contribuição de igual valor por parte dos laticínios. Os descontos são determinados por lei, portanto em toda captação já está considerado indiferente se o laticínio ou produtor deseja fazê-lo – tipo compulsório. A soma desse valor é repassado mensalmente para uma Associação dos Produtores de Leite do Estado especializada em MARKETING que estimula o consumo apresentando todas as faces desde a família produtora ao consumidor, mostrando minúcias da industrialização, distribuição, valor nutricional e social, situação de mercado, políticas governamentais para o setor, etc. O material é divulgado em mídia diversa. A referida associação inicialmente só se preocupa com o marketing, mercado e institucional (setor). Essa contribuição total (R$0,01) gera recurso da ordem de R$150 mil por mês ou R$1.800.000,00 por ano, numa micro-região que produz 500 mil litros por dia. Imaginem o Estado de Minas! E o Brasil!

2-      Todos os meses pelo menos uma amostra do leite de cada produtor ou tanque coletivo é enviada para o laboratório oficial da Embrapa, que repassa o resultado ao produtor, laticínio e MAPA, eletronicamente. Quando uma amostra está fora dos padrões da normativa o laticínio se responsabiliza a rastrear o problema. Quando o problema está com o produtor e laticínio o acompanha orientando e notificando ao MAPA os cuidados tomados. Na reincidência o produtor é visitado pelo próprio MAPA, ou outro por este designado, a fim de observar a aptidão a produção de leite de qualidade e incluí-lo em programa de treinamento. Criado o Conselho de Qualidade do Leite, os laticínios subsidiam o custo de um conselheiro por laticínio. Cada produtor possui um cadastro completo, com mapeamento de localização e glebas utilizadas no MAPA.

3-      Por enquanto, o pagamento do leite é feito através do preço do CEPEA (http://www.cepea.esalq.usp.br) para o Estado, mas aguarda-se um novo indicador que reflita melhor a proporção de mercado e sazonalidade. O preço por litro fica fragmentado da seguinte forma: a) 90% do valor é o preço base que todos recebem indiferente da qualidade (desde que o leite tenha sido recebido pelo laticínio). B) 10% do valor é pago pela qualidade de cada produtor (ou tanque coletivo) amostrado, calculado por uma expressão matemática envolvendo volume, UFC, CCS, Gordura e Proteína. Na conta cada indicador é multiplicado por um coeficiente de peso (ou importância) de forma que se o produtor tem seu leite dentro do padrão mínimo, ele receberá o valor referente ao “preço base” (90% do CEPEA-MG). O valor dos 10% de qualidade é calculado e distribuídos na mesma “expressão matemática” com a mudança de que a diferença a menor que 100% que um produtor não recebe é passada para o outro de melhor qualidade. Assim o laticínio NÃO fica com a diferença que um produtor NÃO recebeu. Exemplo: O laticínio captou 3 milhões de litros no mês. O preço do CEPEA-MG é R$0,88/litro. Assim o laticínio pagará aos fornecedores R$0,80 /litro como preço base e distribuirá proporcionalmente, de acordo com a “expressão matemática”, o montante de R$240 mil (10% = R$0,08 x 3 milhões de litro). Seria como se o produtor com qualidade recebesse bônus vindo de um que não teve melhor qualidade, mas que não deixou de receber o que lhe era devido. No final, o laticínio desembolsou o valor corretamente calculado, não usa a má ou ótima qualidade para desonerar ou onerar seu custo, e a quem é devido é premiado.

Comentário de Polo de Excelência do Leite em 19 setembro 2011 às 10:33

O Sistema Mineiro de Qualidade do Leite (SQML), que está sendo implantado pelo Polo de Excelência do Leite e Derivados de Minas Gerais, já apresenta resultados positivos. Números divulgados pela empresa contratada para realizar a capacitação, QConz América Latina, mostram a redução significativa na contagem bacteriana total (CBT) e na contagem de células somáticas (CCS) nos laticínios que aderiram ao programa.

Os dados revelam que os fornecedores das indústrias laticinistas participantes estão conseguindo se adequar às novas exigências da Instrução Normativa 51. O Laticínio Alzira, por exemplo, reduziu cerca de 70% no índice de CBT e 45% no de CCS, entre os meses de abril e julho. Essa diminuição serve como parâmetro no que diz respeito ao aumento da qualidade e do rendimento dos produtos lácteos. A fábrica localizada no município de Argirita, Zona da Mata, foi uma das primeiras a ter seus fornecedores atendidos pelo SQML. “O programa trouxe boas perspectivas para nós. Já implementei em quase todos os meus fornecedores e foi possível observar uma melhora quase instantânea na qualidade do queijo”, declara o diretor-geral do laticínio, Mário Cézar.

Outro resultado positivo foi notado no Laticínio São Vicente, localizado em São Vicente de Minas, no sul do estado. De acordo com o Qconz, entre os meses de junho e agosto houve uma diminuição em média de 64% em CBT e de 41% em CCS. “Estou muito satisfeito com os resultados. Fiquei surpreso como uma coisa tão simples pode trazer frutos tão rápidos e significativos. Com certeza está sendo muito bom, tanto para o laticínio, quanto para os produtores. Agora estamos planejando ampliar o trabalho”, relata o diretor, Paulo Gribel.

Até o momento,  o SMQL atingiu 40 indústrias laticinistas, nos quais 20 já tiveram o treinamento finalizado. No total, cerca de 300 produtores rurais foram capacitados. A iniciativa tem subsídio de 50% do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o que representa um valor de R$ 5 mil, cabendo ao laticínio os outros 50%.
Para o coordenador do projeto, Abel Fernandes, os resultados  do SQML  atendem as expectativas iniciais. " O Projeto foi uma demanda do setor de laticínios através do sindicato das indústrias lácteas. Sentimos felizes por atender uma demanda antiga e não resolvida para muitos. Hoje a cadeia produtiva do leite conta com uma ferramenta de fácil uso e de custo reduzido para produção de leite com qualidade e segurança.”

A capacitação das indústrias laticinistas faz parte do projeto de qualificação desenvolvido pelo SQML. A expectativa é de que, até o final do ano, fornecedores de cem indústrias sejam contemplados com o treinamento.

Como funciona
O projeto-piloto foi baseado em uma metodologia neozelandesa, que reúne técnicas simples e econômicas, tanto para a implantação, quanto para sua manutenção. Estas experiências foram trazidas pela Qconz que elaborou, em parceria com o Polo do leite, o sistema de qualidade. O trabalho é realizado em oito dias em cada laticínio, sendo dois dias de consultoria para definir e implantar a infraestrutura de qualidade (procedimentos, documentos fundamentais e ações corretivas na indústria), três dias de formação em CBT, CCS e antibióticos para ambos os sistemas de ordenhada (manual e mecânica); e três dias acompanhando os técnicos do Laticínio nas fazendas (atingindo entre 10 e 15 fazendas por laticínio).

 

Quer participar ou conhecer mais sobre o SMQL,clique aqui.

 

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